Quinta-feira, 1 de Novembro de 2007

Estranho Conforto

Afinal vagueava eu na areia da praia

Ao sabor daquele aroma do mar,

Trazido pelo vento que batia fresco na minha face.

Por muito carregado me trouxessem ali as detalhas

Era estranho o conforto que me inundava.

Entrava sem pedir licença e instalava-se,

Como que se soubesse de algo que eu não suspeitava

E apesar de estranho, reconfortava de tão presente.

 

Ouço os gritos de cada onda, e parece que o mar me fala,

Ora murmura ao mais quente sentimento

Ora me grita no gelo instalado.

Outras vezes canta belas melodias

E inspira-me em prosas ou versos de encanto,

Por tão belas as coisas que me faz sentir

A cada movimento mais ou menos feroz

De tão incansáveis ondas de que se faz munir.

 

 

                                               Antunes Ferreira

publicado por antunesferreira às 19:11
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